Ah, minha sanidade psicológica está em avançado estado de decomposição. Eu desisto sinceramente de tentar entender a mim mesmo.
Bom, posso agora dizer que estou oficialmente de férias, pois em questão de nota, terminei meu ensino médio. Já em faltas, é outra historia (hehehe). E, eu sei que ainda vou sentir muita falta desse colégio de merda! Parece que a cada dia que passa, fica tudo melhor lá. Não lá, mas nas pessoas.
Ficando viciado em filmes, mas sem tempo para vê-los, cada dia fico com mais raiva. Eu quero assistir muitos filmes, mas não tenho como. Agora estou de ferias, até vou ter mais tempo, mas nao muita coisa a mais.
Ontem foi legal assistir a 'Os Estranhos'. O filme é uma merda, mas nem tão ruim assim. Demorei um pouco a entender a real mensagem desse filme, que simplesmente, é essa "Não TEM!". Eu achei meio inutil, mas, até que acelera o coração. E um pouqinho de adrenalina e morfina não faz mal a ninguem (iuehioehoiehiouh).
E, pensando muito sobre como vai ser meu 'ano que vem'. Eu nao faço ideia! Não mesmo! Estou pensando muitas coisas até absurdas, mas é difícil, viu?!
Bom. Vontades vêm a minha cabeça, e não querem ir embora, por mais impossíveis elas que sejam. Eu é que não vou (não quero) me dar mal denovo.
õ/
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
terça-feira, 18 de novembro de 2008
evoL
"...Há também outro tipo de amor, o tipo mais cruel. Aquele que quase mata suas vítimas, chama-se amor não-correspondido. E, nesse, sou especialista.
Na maioria das histórias de amor, um se apaixona pelo outro. Mas e quanto ao resto? E as nossas histórias? Daqueles que se apaixonam sozinhos. Somos vítimas do amor que não é recíproco, amaldiçoados pelos amados, mal-amados. Feridos sem prioridade. Deficientes sem o melhor lugar no estacionamento. Eu sou uma dessas pessoas."
Texto extraído de "O Amor não tira férias"... mas eu também poderia ter escrito.
Na maioria das histórias de amor, um se apaixona pelo outro. Mas e quanto ao resto? E as nossas histórias? Daqueles que se apaixonam sozinhos. Somos vítimas do amor que não é recíproco, amaldiçoados pelos amados, mal-amados. Feridos sem prioridade. Deficientes sem o melhor lugar no estacionamento. Eu sou uma dessas pessoas."
Texto extraído de "O Amor não tira férias"... mas eu também poderia ter escrito.
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Quero sair de dentro de mim. Como faço?
Frases (ou melhor, pedaços do meu quebra-cabeça):
A SOLIDÃO É UMA SAUDADE DE ALGUÉM QUE AINDA NÃO CONHECI.
Bom, ter amigos é como ter o infinito guardado em um pote.
Qual o meu erro? Ser quem eu sou?
É quando abro as janelas que me prendo. é quando fecho as portas que me liberto. e no deserto nasce em mim uma flôr.
Como pode não haver imitação, se eu mesmo imito-me?
São com as decências de mim que descubro a indecências de ser eu mesmo.
Sou o oposto de mim.
Tenho tanta saudade do futuro....
Volto-me para dentro de mim e, num ímpeto descubro: preciso-me!
Se sou eu não sei,mas que adoraria ser você para tentar entender-me de outro jeito, gostaria.
O meu pior inimigo habita em mim.
Há dias em que preciso sangrar para saber que estou vivo.
Conformo-me com quase tudo,menos comigo. Já não me sou há tempos.
Se eu fosse dois. Eu me quereria?
Passam-me as horas...Antes me passassem um simples saleiro.
Foi o mundo que entrou em uma complexa mudança ou eu que não enxergo a minha própria?
__________________________________________________________
Por que sempre tudo tão dificil? É algum tipo de teste, ou simplesmente invenção da minha cabeça? Afinal, sou tão sucetível aos meus pensamentos, que quase não sei mais diferenciar realidade da fantasia, minha fantasia.
A SOLIDÃO É UMA SAUDADE DE ALGUÉM QUE AINDA NÃO CONHECI.
Bom, ter amigos é como ter o infinito guardado em um pote.
Qual o meu erro? Ser quem eu sou?
É quando abro as janelas que me prendo. é quando fecho as portas que me liberto. e no deserto nasce em mim uma flôr.
Como pode não haver imitação, se eu mesmo imito-me?
São com as decências de mim que descubro a indecências de ser eu mesmo.
Sou o oposto de mim.
Tenho tanta saudade do futuro....
Volto-me para dentro de mim e, num ímpeto descubro: preciso-me!
Se sou eu não sei,mas que adoraria ser você para tentar entender-me de outro jeito, gostaria.
O meu pior inimigo habita em mim.
Há dias em que preciso sangrar para saber que estou vivo.
Conformo-me com quase tudo,menos comigo. Já não me sou há tempos.
Se eu fosse dois. Eu me quereria?
Passam-me as horas...Antes me passassem um simples saleiro.
Foi o mundo que entrou em uma complexa mudança ou eu que não enxergo a minha própria?
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Por que sempre tudo tão dificil? É algum tipo de teste, ou simplesmente invenção da minha cabeça? Afinal, sou tão sucetível aos meus pensamentos, que quase não sei mais diferenciar realidade da fantasia, minha fantasia.
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