quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Tempos depois

Taaanto tempo depois, eu venho postar. Já tenho 18 anos. Ai que lindo. Estou tirando a Habilitação, aos trancos e barrancos. Se fosse fácil não teria graça. Amanha depois de requerer meu dinheiro de volta na auto-escola para ir para uma outra que seja decente, eu eaté posso descrever como foi o desenrolo para ficar registrado. =]

bjomeliga.

-as coisas estão tão diferentes desde a ultima postada ^^

sábado, 20 de junho de 2009

To listening.

Disseram pra mim:
"-Você está num vôo solo. Mas em um mundo de pessoas."

Acho que até faz sentido, sabe. Parar de (gostar de) ser sozinho. Isso tem que mudar.

Eu juro que vou tentar... "/

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Pleh

Será que você ainda pensa em mim?
Será que você ainda pensa?
Às vezes te odeio por quase um segundo
Depois te amo

Quais são as cores e as coisas
Pra te prender?

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Moi

Eu admiro o que me faz voltar
A ver a vida como eu sempre quis
Minhas verdades ninguém vai mudar
Nem apagar o que foi feito aqui

Hoje eu sou o que restou da dor
Da minha dor
Eu posso me esconder
Mas que a verdade seja dita agora:

Eu mudei por você
Mas não quis sofrer
Por ser tão real pra mim

Vou, aprendo a viver
E num segundo perder...

___________________

A vida é um sonho. Acordar é que nos mata.

-Não acordem.

domingo, 12 de abril de 2009

[coragem... !](no duplo sentido)

Amor, meu grande amor
Não chegue na hora marcada
Assim como as canções
Como as paixões
E as palavras...


Me veja nos seus olhos
Na minha cara lavada
Me venha sem saber
Se sou fogo
Ou se sou água...

Amor, meu grande amor
Me chegue assim
Bem de repente
Sem nome ou sobrenome
Sem sentir
O que não sente...

Que tudo o que ofereço
É, meu calor, meu endereço

Amor, meu grande amor
Só dure o tempo que mereça
E quando me quiser
Que seja de qualquer maneira...

Enquanto me tiver
Que eu seja
O último e o primeiro
E quando eu te encontrar
Meu grande amor
Me reconheça...

sábado, 7 de março de 2009

E depois...

...O que se produzir (na velhice) será a soma do que pensaram e pensamos de nós, do quanto nos amaram e nos amamos, do que fizeram pensar que valemos e do que fizemos para confirmar ou mudar isso. Construir um ser humano, um 'nós', é um trabalho que não dá férias nem concede descansos: sempre haverá paredes frágeis, cálculos malfeitos, rachaduras.
Porém, se fosse só isso, ainda seria simples demais.
Nem inteiramente vítimas, nem totalmente senhores, cada momento de cada dia um desafio. Essa ambugüidade nos dilacera e nos alimenta. Nos faz humanos.

Adaptado de Lya Luft, Perdas e Ganhos.